“A caridade é soffredora, é benigna: a caridade não é invejosa: a caridade não trata com leviandade, não se ensoberbece,”
Paulo descreve o amor a uma igreja dividida por rivalidades e dons espirituais.
Palavra sobre o amor recebido e praticado na fé, na família, na amizade, no casamento e na vida diária.
10 passagensMuitas destas palavras dirigem-se a comunidades que aprendem a viver juntas. O amor reconhece-se na paciência, no perdão e no cuidado do próximo, seguindo a entrega de Cristo. Pensa numa relação concreta e escolhe uma ação respeitosa. O perdão e a generosidade devem caminhar com a verdade e com limites que protejam as pessoas.
Como podes procurar hoje o bem de alguém com honestidade?
Paulo descreve o amor a uma igreja dividida por rivalidades e dons espirituais.
João liga o conhecimento de Deus ao amor concreto pelas outras pessoas.
O amor de Deus vem antes da nossa resposta: é Ele quem toma a iniciativa.
Paulo salienta que Cristo morreu por pecadores antes de poderem apresentar méritos.
Depois da compaixão, da paciência e do perdão, Paulo apresenta o amor como vínculo de unidade.
Na Sua despedida, Jesus antecipa o amor que mostrará ao entregar a vida.
Paulo convida a comunidade a imitar Deus, tomando como exemplo a entrega de Cristo.
Pedro anima uma comunidade sob pressão a perseverar no amor e na hospitalidade.
Paulo apresenta o amor ao próximo como cumprimento da lei porque procura o seu bem.
Jesus une este mandamento ao amor a Deus ao responder sobre o maior mandamento.